O Chelsea vencia por 2-0 em Stamford Bridge, no sábado, aos 2 minutos e 29 segundos, o mais rápido que o clube alguma vez atingiu esse resultado na Premier League. Apenas duas equipas na história da competição o conseguiram mais depressa, o Leicester frente ao Derby em abril de 1998 e o Luton frente ao Brighton em janeiro de 2024.
Jordan Henderson inaugurou o marcador antes dos dois minutos, atirando o passe atrasado de Cole Palmer para o fundo das redes, junto ao poste mais afastado, antes de Morgan Rogers fazer o 2-0 ainda nos três minutos iniciais. João Pedro juntou um bis fulminante antes e depois da resposta de Evanilson, e Henderson colocou um livre de 25 metros no fundo das redes depois da hora de jogo, transformando o encontro numa goleada.
«Ele faz-nos arrancar»
Rogers recusou-se a deixar que Alonso rejeitasse os méritos pelos arranques rápidos do Chelsea.
«Atribuo-o às palestras do treinador. Ele faz-nos acelerar, faz-nos arrancar», disse o avançado aos jornalistas após o jogo.
Leia também: Antigo presidente do Barcelona lança aviso a Lionel Messi: «Deve ter cuidado»
«Queremos sempre começar com iniciativa. Trata-se de começar bem e de assumir a vantagem.»
«Muitos jogos, sobretudo em casa, vencemo-los depois de aproveitarmos golos madrugadores.»
Golos madrugadores em todos os jogos em que marcou
O bombardeamento ao Bournemouth é o mais recente capítulo de um hábito que atravessa toda a temporada. O Chelsea inaugurou o marcador nos primeiros dez minutos em todos os jogos da Premier League em que fez golo no comando de Alonso, com João Pedro a marcar aos 31 segundos frente ao Fulham, um golo ao quarto minuto frente ao Brighton, Rogers aos dois minutos frente ao Arsenal e novamente aos sete minutos no terreno do Hull.
O único jogo da liga em que o Chelsea não marcou cedo foi a derrota por 3-0 em casa do Brentford, onde simplesmente não marcou. Essa derrota pôs fim a uma série que fizera de Alonso apenas o quarto treinador na história da Premier League cuja equipa marcou sete ou mais golos nos seus dois primeiros jogos de uma temporada.
Leia também: Barcola: «Os jogos são de baliza a baliza. A intensidade é tão elevada»
Alonso desvia os méritos
Alonso tem desvalorizado repetidamente o seu próprio papel na enxurrada de golos. A sua leitura da vitória sobre o Bournemouth centrou-se nos jogadores e não no quadro tático.
«Hoje foi uma exibição muito completa. Estivemos no controlo durante a maior parte do jogo», afirmou Alonso.
Atribuiu o mérito do livre de Henderson ao trabalho no treino.
«Ele tem aproveitado esta janela FIFA para praticar o livre, e o Austin [McPhee, treinador de bolas paradas] disse que ele podia marcar, e fê-lo muito bem.»
Leia também: Liverpool tomou decisão secreta sobre Xabi Alonso antes de o Chelsea avançar
A ressalva foi a defesa. Evanilson, do Bournemouth, reduziu pouco depois do recomeço, o que significa que a equipa de Alonso continua à espera de uma baliza a zeros nesta temporada.
«A baliza a zeros há de chegar. Estivemos perto e tínhamos uma grande vantagem, mas a vitória com a baliza a zeros há de chegar», disse.
Fontes: – [Chelsea 5-1 Bournemouth: os remates fulgurantes de Jordan Henderson ajudam os Blues de arranque rápido a regressar à vitória – Sky Sports](https://www.skysports.com/football/news/13592771/chelsea-5-1-bournemouth-jordan-hendersons-stunning-strikes-help-fast-starting-blues-to-bounce-back-win) – [Chelsea 5-1 Bournemouth (10 out. 2026) – ESPN](https://www.espn.com/soccer/report/_/gameId/401878775)
Leia também: Ilkay Gundogan revela o que realmente pensa do Barcelona de Hansi Flick



