De acordo com a GOAL, a busca do Arsenal pelo seu primeiro título da Liga dos Campeões terminou em amarga desilusão em Budapeste, com o Paris Saint-Germain a garantir a sua segunda coroa europeia consecutiva após uma dramática disputa de grandes penalidades. Os “pouco favoritos do norte de Londres” acabaram por sucumbir aos detentores do título após o jogo terminar em 1-1, com Gabriel Magalhães a falhar a grande penalidade decisiva.
A final começou de forma promissora para o Arsenal, que assumiu a liderança logo aos seis minutos. Kai Havertz foi o beneficiário, aproveitando um ressalto após uma tentativa de alívio de Marquinhos embater em Leandro Trossard, deixando o avançado alemão com a baliza aberta. Após o golo inaugural, o Arsenal adotou uma abordagem mais cautelosa, optando por “recuar e defender” contra o formidável ataque parisiense.
O empate do PSG e o drama no final
O PSG, no entanto, encontrou o golo do empate através de uma grande penalidade. Ousmane Dembele converteu-a depois de Cristhian Mosquera ter cometido uma “entrada fora de tempo” sobre Khvicha Kvaratskhelia dentro da área. À medida que o jogo avançava, ambas as equipas tiveram oportunidades para vencer no tempo regulamentar. Myles Lewis-Skelly revelou-se crucial para o Arsenal, desviando um potente remate de Kvaratskhelia para o poste perto do final do jogo, mantendo o empate.
O prolongamento trouxe mais tensão e controvérsia. O Arsenal teve fortes pedidos de grande penalidade negados depois de Noni Madueke ter caído sob pressão de Nuno Mendes. Uma verificação posterior do VAR confirmou a decisão do árbitro, negando aos Gunners um possível golo da vitória tardio. Nos últimos instantes do tempo adicional, Viktor Gyokeres viu o seu remate ser desviado para fora, garantindo que a final seria decidida por uma disputa de grandes penalidades.
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Agonia na disputa de grandes penalidades para o Arsenal
A disputa de grandes penalidades revelou-se uma montanha-russa de emoções. O guarda-redes do Arsenal, David Raya, fez uma defesa crucial ao remate de Nuno Mendes do PSG, oferecendo um vislumbre de esperança. No entanto, Eberechi Eze rematou a sua grande penalidade para fora, e a pressão aumentou. No final, foi Gabriel Magalhães quem falhou a grande penalidade decisiva do Arsenal, enviando-a “para o céu noturno de Budapeste” e entregando o troféu ao PSG. O resultado marca mais uma dolorosa final europeia para o Arsenal, enquanto o PSG celebra um notável triunfo consecutivo.
Fontes: www.goal.com
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