Tadej Pogacar pôs um ponto final à especulação sobre o que o atirou ao asfalto na Vuelta a España de 2026.
«Foi uma pedra grande. Todo o resto são fake news», disse à comunicação social eslovena no domingo, num evento de golfe solidário em Volčji Potok, contestando as alegações de que uma bateria solta de câmara de televisão ou um transponder de cronometragem o tinham derrubado.
Na mesma aparição, confirmou um programa para 2027 que poucos ciclistas arriscariam após uma queda daquela gravidade.
Três corridas na lista de 2027
Os objetivos são um sexto Tour de France, o Campeonato do Mundo de Estrada UCI em França e a Vuelta a España.
«O objetivo para o próximo ano seria obviamente o Campeonato do Mundo, combinado com o Tour e a Vuelta», afirmou Pogacar.
O Campeonato do Mundo de 2027 será organizado em Haute-Savoie, com a prova de estrada de elite construída em torno de Sallanches e da subida da Côte de Domancy. A Vuelta a España segue-se em setembro.
As lesões que puseram fim a 2026
A queda ocorreu na 8.ª etapa da Vuelta, a 29 de agosto de 2026, com Pogacar a envergar a camisola vermelha de líder e com uma vantagem confortável na classificação geral. Embateu na pedra junto à frente do pelotão, caiu com violência e foi transportado para o hospital de ambulância.
A lista de lesões era longa: fratura e deslocamento da clavícula esquerda, fratura de uma vértebra cervical e uma concussão. Esteve cinco semanas sem pedalar antes de iniciar a recuperação e não voltou a competir em 2026.
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A Vuelta é a única Grande Volta que ainda não venceu
«Apesar de preferir correr o Giro, também terei de riscar a Vuelta da lista a certa altura», disse Pogacar.
A sua vitória no Tour de France de 2026 em julho igualou a marca de cinco vitórias detida por Jacques Anquetil, Eddy Merckx, Bernard Hinault e Miguel Induráin. Um sexto em 2027 seria um recorde absoluto.
O Tour de France de 2027 está marcado para julho, com o Campeonato do Mundo em Haute-Savoie entre as Grandes Voltas e a Vuelta a España a seguir-se em setembro.
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