A contratação britânica mais cara do Chelsea não precisou de muito tempo. Rogers, contratado ao Aston Villa por uma verba recorde nacional em julho, marcou na sua estreia na Premier League num triunfo por 3-2 em casa do Fulham, em 24 de agosto, dando a Alonso um arranque vitorioso na sua primeira época pelo Chelsea.
O avançado inglês de 23 anos marcou quatro minutos antes do intervalo, após um passe atrasado de Maxence Lacroix, e foi substituído aos 82 minutos. Foi o seu primeiro jogo oficial desde a disputa do terceiro lugar de Inglaterra no Mundial 2026, cinco semanas antes.
«Foi um grande jogo para disputar. Obviamente marcar e ajudar a equipa a vencer é tudo o que queria de uma estreia», disse Rogers no final.
«Continuo a achar que ainda há espaço para evoluir.»
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O recorde que bateu e o que passou a deter
Rogers assinou um contrato de sete anos em Stamford Bridge, válido até 2033, e a verba de 117 milhões de libras ultrapassou os 116 milhões pagos pelo Manchester City ao Nottingham Forest por Elliot Anderson no início do mesmo mercado de transferências, tornando-o o jogador britânico mais caro da história do futebol, avança a Sky Sports.
Para o Chelsea, a verba também superou os 115 milhões pagos ao Brighton por Moisés Caicedo em 2023, estabelecendo um novo recorde do clube.
O Arsenal tinha feito de Rogers um dos principais alvos do verão e estava em conversações com o jogador, segundo a Sky Sports, antes de o Chelsea avançar com uma avaliação que o emblema do norte de Londres recusou igualar.
«Estou muito entusiasmado. Para mim, o Chelsea é o maior clube de Londres e um clube que sempre admirei desde criança», afirmou Rogers numa entrevista divulgada pela Goal depois de a transferência ter sido confirmada.
O mercado de transferências de Alonso fecha na terça-feira
Rogers é a peça central de um verão liderado por Alonso, que assumiu o cargo em 1 de julho com um contrato de quatro anos depois de deixar o Real Madrid, e junta-se ao defensor do Crystal Palace Maxence Lacroix (51 milhões de libras) e ao extremo do Sporting Geovany Quenda (40 milhões de libras).
O investimento total do Chelsea neste verão ascende a 236,5 milhões de libras, mas o clube apresenta um saldo positivo após vendas que incluem Nicolas Jackson para o Aston Villa (65 milhões), Marc Cucurella para o Real Madrid (52 milhões), Andrey Santos para o Manchester United (50 milhões) e Liam Delap para o Nottingham Forest (50 milhões), segundo a Sports Mole, num acompanhamento atualizado pela última vez na terça-feira.
O mercado de transferências inglês encerra às 23h00 de 1 de setembro.
O que o Villa perde, e para que usou o dinheiro
Para Unai Emery, no Aston Villa, Rogers tinha sido o principal criador, com 14 golos e 11 assistências em 55 jogos por todas as competições na última época, tendo sido eleito Jogador do Ano da Liga Europa. Somou 22 internacionalizações por Inglaterra, cinco delas no Mundial.
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O Villa utilizou a verba para remodelar um plantel que perdeu também Youri Tielemans (36 milhões para o Manchester United), Donyell Malen (21,6 milhões para a Roma) e Lucas Digne (8,5 milhões para o Paris Saint-Germain). Jackson chegou proveniente do Chelsea para liderar o ataque.
O Middlesbrough, que vendeu Rogers ao Villa em 2024, deverá receber 20,3 milhões de libras através de uma cláusula de participação de 20 por cento nos lucros incluída no negócio original.
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