Um leão dourado rompante é o fio condutor de tudo o que o Chelsea vai vestir no relvado esta época. O emblema renovado surge nas três camisolas da Nike apresentadas ao longo do verão, ligando a coleção à era de Ted Drake no início dos anos 1950, o momento em que o clube substituiu a alcunha «Pensioners» por «the Blues» e introduziu o leão.
A camisola principal é Bright Blue com apontamentos em Midwest Gold, com o emblema entretecido diretamente no tecido do peito e uma gola com botões que reforça a linha retro. Utiliza o tecido de arrefecimento Aero-FIT da Nike, que a marca apresenta como o seu primeiro vestuário de alta performance feito a 100% a partir de desperdícios têxteis.
«Can’t Tame Us» abre a coleção
O Chelsea lançou a camisola principal no início de junho no âmbito de uma campanha global chamada «Can’t Tame Us», concebida pelas agências TILL DAWN e ICONIC e apresentada com cartazes de rua, murais e projeções em Londres, Los Angeles, São Paulo, Sydney e Hong Kong. A divulgação apostou também em canais não convencionais, com o golfista Justin Rose a envergar a camisola no PGA Championship e Madonna a usá-la durante uma transmissão em direto.
«Temos vindo a construir gravidade cultural em torno deste clube ao longo das últimas épocas», disse Scott Fenton, diretor de marca do Chelsea, ao mediabrief.com.
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«O melhor da cultura de Londres e o melhor do futebol pertencem ao mesmo espaço.»
Uma camisola alternativa preta pela primeira vez em quase uma década
A mudança visual mais ousada chegou em julho, quando o Chelsea apresentou um equipamento alternativo totalmente preto, a primeira camisola alternativa preta do clube desde a época 2016-17, em que conquistou o título da Premier League. Tem o nome conceptual «Unleash The Lion» e conjuga a base preta com nervuras estruturadas em Midwest Gold nos ombros e um leão isolado no emblema, sem o anel que habitualmente o rodeia.
Um pormenor em coroa de louros percorre a gola redonda e os punhos das mangas, replicado nas meias douradas. Os calções masculinos são pretos e a camisola foi estreada durante a digressão de pré-época do clube, antes da jornada de abertura da Premier League.
«The Rare Breed» completa a trilogia
A terceira camisola, lançada no sábado sob a designação «The Rare Breed», é a que mais avança no registo retro. A base é branca, com um subtil padrão geométrico em sombra, ribas azuis no pescoço e nas mangas e finas riscas verticais vermelhas na frente e nas costas. Troca o habitual emblema circular do Chelsea por um emblema retro em forma de escudo, com o leão colocado por cima das letras CFC, num aceno às camisolas alternativas e terceiras do clube dos anos 1980 e 1990.
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A própria comunicação do Chelsea liga o design à mitologia: «O leão branco da mitologia, o guardião sagrado e raro da terra, que age segundo as suas próprias regras.» Os calções masculinos da terceira camisola são brancos; os femininos, azuis.
As três réplicas custam 89,99 libras, com as versões autênticas de jogo a 134,99 libras, e as gamas completas para homem, mulher e criança estão já à venda na Megastore de Stamford Bridge e na loja online do Chelsea.
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