A lista de inscritas no Toray Pan Pacific Open de Tóquio, que decorre de 26 de outubro a 1 de novembro, tem um nome que nenhuma das suas pares tem: uma apurada para as WTA Finals. Rybakina é a única exceção.
Outras quatro jogadoras do top-10 desistiram do quadro de Tóquio nos dias que antecederam o arranque do quadro principal. Jessica Pegula invocou fadiga. Elina Svitolina retirou-se por motivos pessoais. Iga Swiatek desistiu devido a uma lesão na coxa e anunciou o fim da sua época, enquanto Marta Kostyuk abandonou o seu primeiro jogo em Ningbo com uma lesão que, segundo o mesmo relato, pôs fim às suas hipóteses de apuramento para as WTA Finals.
Das quatro, apenas Pegula e Svitolina seguem para Indian Wells. Rybakina é a única das oito apuradas para as Finals ainda em competição antes do evento de fim de ano.
Um pé que já forçou duas desistências
Rybakina tem gerido um problema persistente no pé esquerdo há meses. Abandonou o encontro dos quartos de final do Cincinnati Open frente a Swiatek em agosto e desistiu do Wuhan Open no início deste mês. Regressou no Ningbo Open, onde chegou aos quartos de final depois de a sua adversária da segunda ronda, Polina Kudermetova, ter abandonado com Rybakina a vencer por 5-0.
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«Decididamente não era assim que queria terminar o encontro», afirmou Rybakina no final, segundo o relato do jogo.
Ningbo é um WTA 500. Tóquio também. Disputar os dois de seguida é uma carga pesada para uma jogadora que já abandonou uma vez e desistiu outra vez durante esta série de torneios. O artigo do tennis365 que apresenta a decisão de Tóquio como um potencial erro aponta precisamente para isso: ritmo competitivo versus desgaste físico.
Nada a ganhar no topo da tabela
Rybakina já garantiu a posição de número 1 do ranking de fim de ano e o estatuto de cabeça de série número 1 nas WTA Finals, que decorrem de 8 a 15 de novembro em Indian Wells. A sua vantagem sobre Aryna Sabalenka é de 1.050 pontos, uma margem que nenhum resultado em Tóquio pode alterar de forma significativa.
A distância entre a final de Tóquio, a 1 de novembro, e a estreia nas WTA Finals, a 8 de novembro, é de sete dias. Se Rybakina chegar longe em Tóquio, voará do Japão para o deserto da Califórnia com apenas uma semana para recuperar, mudar de piso e ajustar-se ao fuso horário.
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Entusiasmada com Tóquio, na esperança de terminar o ano em grande
Num vídeo publicado no seu Instagram, Rybakina mostrou-se inequívoca.
«Olá a todos, é a Elena. Estou muito entusiasmada por vir a Tóquio jogar o Toray Pan Pacific Open este ano.»
O objetivo que traçou para o encerramento da época é o mesmo que apresentou em Ningbo.
«Estou simplesmente contente por estar aqui em Ningbo outra vez, a recordar as memórias anteriores, e na esperança de poder terminar o ano em grande e estar no meu melhor.»
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À data desta publicação, segue-se o encontro dos quartos de final de Ningbo de Rybakina, com o quadro principal de Tóquio a arrancar a 26 de outubro.
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