A fotografia fez o resto. Erling Haaland posou junto às escadas do avião em Oslo com um guaxinim empalhado debaixo do braço e publicou-a no Instagram com uma legenda de duas palavras: «Seguiu-me até casa.»
O guaxinim veio da Wild Bill’s Western Store, em Dallas, onde Haaland tinha levado os colegas da seleção da Noruega durante a passagem da equipa pelo Campeonato do Mundo. Segundo o Sporting News, pagou a totalidade da fatura de 10 mil dólares à caixa.
A lista de compras:
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Guaxinim empalhado a segurar uma garrafa de bebida: 750 dólares
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Dois esquilos empalhados, incluindo um vestido de xerife: 900 dólares
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Chapéus de cowboy, botas de cowboy, camisas western, cantis de bolso e cintos
«Acho que isto me mudou a vida»
A campanha da Noruega terminou a 11 de julho com uma derrota por 2-1 frente à Inglaterra, nos quartos de final. Haaland publicou uma curta despedida após a derrota.
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«Acho que isto me mudou a vida, para ser sincero», escreveu sobre o torneio.
Tem historial de excentricidades fora do futebol. O avançado do Manchester City pagou 100 mil libras em leilão por uma edição de 1594 das Sagas Reais de Snorre Sturlason, um preço recorde para um livro norueguês, e doou-a ao município de Time, a sua terra natal, onde está agora em exposição permanente na biblioteca local.
Já em Oslo, lançou uma sondagem no Instagram a pedir aos fãs que o ajudassem a dar um nome ao guaxinim. As opções eram Cowboy, Ranger, TEX e R.O.W.
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