Alexander Zverev mal tinha terminado de celebrar o seu segundo ‘Grand Slam’ do ano quando protagonizou o momento que tem alimentado a discussão nas redes sociais desde a noite de domingo.
De pé ao microfone no Arthur Ashe, com o troféu aos pés, o alemão virou-se para o camarote do seu adversário Ben Shelton e destacou um rosto em particular.
«Hey Trinity, pensei que tinhas um jogo hoje, não?», disse Zverev no seu discurso de vencedor. «Parabéns a ti também. És o amuleto da sorte, portanto. Hoje não, mas normalmente.»
Trinity Rodman foi vista a rir no camarote, ao lado da equipa de Shelton. Muitos espectadores que acompanhavam o momento não acharam graça.
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Os vídeos do momento espalharam-se pelo X e pelo Instagram durante a noite, com utilizadores a acusar Zverev de andar a namoriscar com a companheira do homem que acabara de derrotar em quatro ‘sets’.
«Bate-o pelo título e agora ainda tenta roubar-lhe a rapariga. Frio», lia-se num comentário, segundo o Yahoo Sports. Outro apelidou o momento de «a maior falta de respeito por parte de Zverev». Um terceiro: «Mano, ganhou o troféu do ‘Grand Slam’ e ainda encontrou tempo para atirar um comentário à toa.»
Quem é Trinity Rodman
Rodman é filha do campeão da NBA Dennis Rodman e um dos maiores nomes do futebol feminino norte-americano. Joga no Washington Spirit, na National Women’s Soccer League, e é campeã olímpica com a seleção dos EUA.
Namora com Shelton desde o início de 2025 e tem sido presença habitual no camarote do tenista neste US Open, tendo mesmo chegado a usar uma t-shirt com a frase «I heart my boyfriend» em jogos em Flushing Meadows.
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Rodman tinha passado a parte inicial do domingo em campo pelo Spirit num jogo da NWSL antes de viajar para Nova Iorque para apanhar o desfecho da final. Chegou a tempo de assistir aos momentos finais, e foi a isso que Zverev se referiu quando a destacou a partir do palco.
Segundo ‘major’ em três meses
A vitória de Zverev por 6-3, 7-6 (2), 5-7, 6-2 foi o seu segundo título do ‘Grand Slam’ em 2026, depois do triunfo em Roland-Garros frente ao italiano Flavio Cobolli em junho. É apenas o segundo alemão a conquistar o US Open, depois de Boris Becker em 1989, e o quarto tenista da Era Open a conquistar os seus dois primeiros ‘majors’ na mesma época.
Para Shelton, a derrota na sua primeira final de ‘Grand Slam’ prolongou a espera do ténis masculino norte-americano por um campeão em casa no US Open, uma série que remonta ao triunfo de Andy Roddick em 2003. Foi o primeiro afro-americano a chegar a uma final de singulares do US Open desde Arthur Ashe em 1972.
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