Assistiu ao jogo a partir de uma bancada coberta atrás de uma das balizas, com um hoodie preto na cabeça, um mate na mão e o filho Mateo ao seu lado.
Sem ficha de jogo, sem microfone, sem entrevista. Lionel Messi estava simplesmente a ver futebol.
O encontro opunha o Leones de Rosario FC ao Central Córdoba de Rosario, no sábado, 25 de julho, no estádio Antonio Di Giácomo, em Arroyo Seco, uma localidade a sul de Rosário.
Tratava-se de um jogo da Primera C, a quarta divisão argentina, e foi a primeira aparição pública do jogador de 39 anos desde que a Espanha venceu a Argentina por 1-0 na final do Mundial, em East Rutherford, seis dias antes, decidida por um golo de Ferran Torres aos 106 minutos, depois de Enzo Fernández ter sido expulso nos descontos.
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O Leones perdeu por 2-0.
O clube que o irmão dirige
O Leones de Rosario não é um clube amador qualquer. É um projeto de família: o irmão mais velho, Matías Messi, é o presidente do clube.
Foi fundado em 2015 e esta é a sua primeira época na Primera C Metropolitana, depois de ter obtido a filiação na Associação de Futebol Argentina.
Antes do pontapé de saída, o clube publicou nas redes sociais uma mensagem de boas-vindas invulgarmente informal.
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«¡Hola, Leo! Pasá que te estábamos esperando.» (Olá, Leo, entra, estávamos à tua espera.)
Mate na mão, sem câmara à frente
Os jornalistas argentinos presentes no estádio identificaram-no na bancada coberta em poucos minutos. O La Nación escreveu que assistiu ao jogo com Mateo e outros familiares, a beber mate ao longo da partida.
Após o apito final, cumprimentou o pequeno grupo de adeptos que se juntara perto dele e saiu rapidamente, evitando posar para fotografias.
Sem entrevista. Sem declarações. Sem comentários sobre a final.
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A classificação da Primera C não era o essencial. Na semana que se seguiu à derrota no maior jogo da carreira, o primeiro estádio escolhido por Messi foi aquele em que o irmão estava no camarote presidencial.
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