Haaland não estava a desviar culpas. Tinha marcado o próprio golo do empate e passou o tempo pós-jogo a enumerar as ocasiões que o City tinha criado. Depois recusou-se a classificar a derrota como azar.
O veredicto do avançado norueguês sobre a derrota em Villa Park no sábado foi o de que o City tinha estado impreciso, e não infeliz.
«Não é falta de sorte, mas temos de ser mais precisos e colocar a bola na baliza, porque é isso que se tem de fazer nos jogos de futebol», afirmou Haaland, segundo foi noticiado a partir das suas declarações pós-jogo.
Os golos de Jackson aos sete minutos e aos 60 ladearam o cabeceamento de Haaland aos 53 minutos e puseram fim ao arranque perfeito de Maresca na liga. Rayan Cherki e Josko Gvardiol foram ambos travados pelo guarda-redes Zion Suzuki, e um remate de Haaland foi cortado em cima da linha por Ian Maatsen nos minutos finais.
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«Não me interpretem mal», e depois a solução
O City tinha criado bons momentos, notou Haaland, incluindo o seu próprio cabeceamento, uma tentativa de Gvardiol desviada para o travessão e um remate de Iliman Ndiaye que embateu no poste. Essa foi a parte do «não me interpretem mal».
A solução para a qual apontou era tática e específica: as alas.
«Temos de preparar as alas e, depois, os extremos têm de saber quando atacar o espaço e quando segurar a bola», disse Haaland.
Jackson, Emery e o Villa a subir ao sexto lugar
A equipa da casa deu o tom cedo. John McGinn roubou a bola a Marc Guehi logo nos primeiros minutos, Jackson rodou sobre Elliot Anderson, e o seu remate ao ângulo superior da baliza deu a vantagem ao Villa antes dos sete minutos.
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O segundo do Villa chegou minutos depois do empate de Haaland. O suplente Ibrahim Mbaye encontrou Jackson à entrada da área e o seu remate rasteiro escapou por baixo de Gianluigi Donnarumma, que não conseguiu travá-lo.
A vitória do Villa sob o comando de Unai Emery colocou a equipa no sexto lugar da Premier League, com 11 pontos em oito jogos. O Manchester City mantém-se na liderança com 21 pontos, mas o seu arranque imaculado na liga desapareceu.
Maresca chegou ao mesmo diagnóstico do seu avançado, dizendo aos jornalistas que a sua equipa «não estava a ser suficientemente clínica» dentro da área.
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