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A carreira de Lionel Messi marcada por alegações de tratamento preferencial

A carreira de Lionel Messi tem sido constantemente acompanhada por alegações de tratamento preferencial, desde o Barcelona até a Copa do Mundo.

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Lionel Messi, amplamente celebrado como um dos maiores de todos os tempos do futebol, com oito Bolas de Ouro e um título da Copa do Mundo, tem visto sua carreira ilustre consistentemente acompanhada por alegações de tratamento especial. Essas acusações abrangem desde seus anos de formação no Barcelona até sua liderança da Argentina na final da Copa do Mundo de 2026.

Controvérsia na Copa do Mundo de 2026

O escrutínio intensificou-se durante a Copa do Mundo de 2026, onde Messi, aos 39 anos, guiou a Argentina até a final. Relatos do GiveMeSport sugeriram que a FIFA nutria o desejo de que o craque da Inter de Milão e sua seleção nacional avançassem profundamente no torneio, supostamente para fins de marketing. Essas alegações ganharam força após a vitória da Argentina sobre o Egito nas oitavas de final.

Após a derrota, o técnico do Egito, Hossam Hassan, acusou abertamente o torneio de estar comprometido. “Eles querem que a Argentina e Messi permaneçam na Copa do Mundo por marketing”, afirmou Hassan. “Se eles queriam que a Argentina vencesse, por que convidar outras seleções para participar? Esta partida foi claramente manipulada, e o mundo inteiro testemunhou isso.” A FIFA, no entanto, negou prontamente qualquer sugestão de manipulação de resultados projetada para favorecer a Argentina.

Dinâmica nos treinos do Barcelona

A narrativa de tratamento preferencial não é nova para Messi. Ela ecoa sentimentos de sua fase inicial de carreira, conforme revelado pelo ex-companheiro de equipe do Barcelona, Jeffren Suarez. Suarez, que passou três temporadas na equipe principal do Barcelona entre 2008 e 2011, dividindo o campo com Messi em 18 ocasiões e conquistando três títulos da La Liga e a Liga dos Campeões de 2011, ofereceu insights sobre a dinâmica em torno do atacante argentino.

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Em declarações em 2025 ao Helado Oscuro (via World Soccer Talk), Suarez detalhou como Messi recebia uma proteção única durante os treinos. “Não se podia tocar no Messi e havia muitos problemas com isso”, explicou Suarez. “Se você chegasse forte durante o treino, as pessoas te olhavam de forma estranha. Ou ele mesmo dizia algo. Era tipo, ‘Ei, o que você está fazendo? Tenha cuidado.'” Ele elaborou ainda mais sobre o ambiente do vestiário, observando: “Ninguém se atrevia a chegar forte nele, é claro.”

Suarez também postulou que o status lendário de Messi foi significativamente impulsionado pelo calibre de seus companheiros de equipe, particularmente durante seu tempo no Barcelona. “É como se Xavi e [Andres] Iniesta não tivessem jogado com Messi, Messi não seria quem ele é”, comentou Suarez, fazendo uma comparação com a subsequente mudança de Messi para o PSG. Enquanto no PSG, Messi registrou 32 gols e 35 assistências em 75 jogos, vencendo a Ligue 1 em cada uma de suas temporadas antes de se aposentar em 2024 após uma passagem pelo Chiangmai United na Tailândia.

Essas alegações persistentes destacam o intenso escrutínio e o ambiente único que cercou Lionel Messi ao longo de sua carreira inigualável, desde os campos de treino da Catalunha até os maiores palcos do futebol internacional.

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