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Novak Djokovic reacende controvérsia da vacina contra COVID-19 em novo documentário

Novak Djokovic reacende a controvérsia da vacina contra COVID-19 em novo documentário, reiterando sua recusa e defendendo sua liberdade pessoal.

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A lenda do tênis Novak Djokovic trouxe novamente sua postura controversa sobre a vacina contra a COVID-19 para o discurso público, oferecendo novas perspectivas sobre seu processo de tomada de decisão antes do US Open.

Os comentários mais recentes de Djokovic são apresentados no documentário do Amazon Prime, “Novak Djokovic: The Wolf in Winter”, onde ele reitera sua recusa em tomar a vacina, uma decisão que o levou a perder vários torneios de alto nível, incluindo o Australian Open e o US Open por dois anos consecutivos, bem como o Indian Wells e o Miami Open.

O status de não vacinado do astro sérvio tornou-se um ponto de discórdia global em 2022, quando ele foi deportado da Austrália, resultando em sua exclusão do Australian Open. Embora uma proibição inicial de viagem de três anos tenha sido posteriormente suspensa, permitindo-lhe competir em 2023, a saga ressaltou o custo pessoal e profissional significativo de sua escolha.

A postura inabalável de Djokovic

No documentário, Djokovic defende firmemente sua posição, enfatizando sua saúde e liberdade pessoal como razões centrais. “Porque eu não precisava. Por que eu deveria tomar a vacina? Sou saudável, sou um atleta. Tive corona. Tinha imunidade. Não era uma ameaça para ninguém. Não havia razão para eu me vacinar”, afirmou Djokovic, conforme relatado pelo GiveMeSport.

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Ele elaborou ainda mais sobre sua crença na autonomia individual. “É minha liberdade de escolha, que é aquele direito fundamental que você tem como ser humano neste planeta – a liberdade de escolha – que foi tirada de muitas pessoas”, acrescentou. Isso ecoa seus sentimentos anteriores de 2020, onde ele declarou: “Pessoalmente, sou contra a vacinação e não gostaria de ser forçado por alguém a tomar uma vacina para poder viajar.”

Djokovic já havia contraído COVID-19 em 2020. No mesmo ano, ele enfrentou críticas por organizar o torneio de exibição Adria Tour na Sérvia e na Croácia, um evento onde vários jogadores, incluindo Grigor Dimitrov, Borna Coric e Viktor Troicki, posteriormente testaram positivo para o vírus.

https://twitter.com/DjokovicFan_/status/2090370261300498488

Impacto em uma carreira histórica

Apesar dos períodos de ausência forçada do circuito, as conquistas da carreira de Djokovic permanecem inigualáveis. Ele detém um recorde de 24 títulos de Grand Slam em simples, compreendendo 10 Australian Opens, sete Wimbledons, quatro US Opens e três French Opens. Ele também passou um recorde de 428 semanas como número 1 do mundo e garantiu o ouro olímpico em simples em 2024.

Seus comentários recentes servem como um lembrete do período contencioso no esporte durante a pandemia, destacando as convicções profundamente enraizadas que moldaram as decisões de atletas como Djokovic, mesmo quando isso significou sacrificar oportunidades no auge de seu esporte.

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