México contra África do Sul
Os coorganizadores iniciaram o torneio no estádio da Cidade do México com uma vitória esmagadora por 2-0 sobre a África do Sul. Julián Quiñones abriu o marcador logo aos 9 minutos, tranquilizando assim os adeptos locais, enquanto o experiente avançado Raúl Jiménez selou a vitória aos 67 minutos.
O jogo foi marcado por confrontos violentos, que resultaram em cartões vermelhos para os sul-africanos Yaya Sithole e Themba Zwane, bem como na expulsão, nos descontos, do mexicano César Montes. A pressão alta imposta pelo México neutralizou eficazmente as jogadas do meio-campo sul-africano, o que permitiu aos anfitriões ditar o ritmo do jogo, apesar de terem terminado a partida com dez jogadores.
Apesar da derrota, Ronwen Williams, capitão e guarda-redes dos «Bafana Bafana», destacou-se particularmente na baliza. Tal como já referimos num artigo anterior, o desempenho excecional de Ronwen Williams poderá abrir-lhe caminho para o EFL Championship, uma vez que demonstrou exatamente aquilo de que um clube como o Queens Park Rangers precisa neste momento.
Coreia do Sul contra República Checa
No final de um duelo tático muito renhido disputado no estádio de Guadalajara, a Coreia do Sul conquistou uma importante vitória por 2-1 frente à República Checa. Os sul-coreanos apostaram num posicionamento disciplinado e em transições rápidas para furar a defesa checa, que se mostrou muito hermética.
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Embora a República Checa tenha-se revelado perigosa no final da segunda parte, graças ao seu domínio nos duelos aéreos em jogadas de bola parada, a Coreia do Sul, graças à sua solidez defensiva, conseguiu manter a sua escassa vantagem e garantiu assim três pontos indispensáveis no Grupo A.
Canadá contra a Bósnia-Herzegovina
O Canadá, um dos coorganizadores, teve de lutar arduamente para arrancar o empate 1-1 contra a Bósnia-Herzegovina perante o seu público, em Toronto. A seleção bósnia demonstrou uma tenacidade notável, assumiu rapidamente a vantagem no marcador e colocou os avançados canadianos em dificuldades durante grande parte do jogo.
O Canadá conseguiu finalmente empatar graças a várias situações de superioridade numérica nas alas, mas a sua falta de precisão impediu uma recuperação total do resultado. A incapacidade do Canadá de transformar a sua superioridade na posse de bola em oportunidades de golo claras continua a ser motivo de grande preocupação para a comissão técnica, tendo em vista a próxima jornada.
Estados Unidos contra o Paraguai
A seleção masculina dos Estados Unidos estreou-se no torneio em casa com uma vitória esmagadora por 4-1 contra o Paraguai, em Los Angeles. Os norte-americanos exibiram um jogo ofensivo emocionante e fluido, perante o qual os defesas sul-americanos não passavam de sombras a perseguir.
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Aproveitando os enormes espaços entre as linhas e as investidas devastadoras dos seus alas, os Estados Unidos transformaram uma primeira parte equilibrada numa vitória esmagadora na segunda parte, garantindo assim o primeiro lugar do Grupo D.
Catar – Suíça
No Grupo B, na região da Baía de São Francisco, o jogo entre o Catar e a Suíça terminou num empate 1-1 muito tático. Embora os suíços tenham dominado claramente em termos de posse de bola, tiveram muita dificuldade em ultrapassar o bloco defensivo muito disciplinado do Qatar.
O Catar revelou-se perigoso nos contra-ataques e aproveitou um erro da defesa europeia para passar à frente de forma inesperada, antes de a Suíça conseguir arrancar um ponto. A frustração dos suíços não parou de crescer ao longo do jogo, o que põe em evidência a perspicácia tática demonstrada até pelas equipas menos favoritas neste torneio.
Brasil contra Marrocos
Um dos jogos mais esperados deste fim de semana de estreia terminou num empate 1-1, com a tenaz seleção marroquina a conseguir segurar o gigante sul-americano, o Brasil, no New York New Jersey Stadium. O ataque brasileiro, repleto de estrelas, mostrou-se perigoso no início do jogo, mas deparou-se com uma defesa marroquina bem organizada e implacável, que não cedeu à pressão. Os «Leões do Atlas» provaram que o seu prestígio histórico na cena mundial permanece intacto e conseguiram deixar o Grupo C totalmente em aberto.
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A Escócia contra o Haiti
A Escócia conquistou em Boston uma importante vitória por 1-0 frente a uma seleção haitiana incrivelmente combativa. Os escoceses dominaram o jogo desde o início e marcaram o golo decisivo na sequência de uma jogada de bola parada bem preparada. No entanto, o Haiti não desistiu e, nos últimos minutos do jogo, criou alguns momentos de tensão na defesa escocesa graças à sua grande velocidade e ao seu estilo de jogo direto. Por fim, a Escócia garantiu a vitória graças à sua experiência no torneio.
Austrália contra Turquia
A Austrália conquistou uma vitória esmagadora por 2-0 frente à Turquia no BC Place, em Vancouver. Os «Socceroos» apresentaram uma exibição magistral em termos de organização defensiva e neutralizaram completamente os criativos médios turcos. A Austrália soube tirar partido das perdas de bola decisivas e marcou dois golos com precisão cirúrgica, garantindo assim uma vantagem de dois golos.
Segundo o «Saudi Gazette», Nestory Irankunda foi a estrela do jogo; destacou-se com a camisola dos Socceroos e tornou-se o jogador australiano mais jovem a marcar um golo num Mundial, estabelecendo assim novos recordes no Grupo D.
Alemanha contra Curaçao
A Alemanha enviou uma mensagem intimidante aos seus adversários ao vencer por 7-1 contra Curaçao, em Houston. A melhor equipa europeia mostrou-se implacável desde o apito inicial e desmantelou o estreante do torneio graças a combinações de passes engenhosas e a uma eficácia temível na frente da baliza.
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Embora Curaçao tenha marcado um golo de honra histórico graças a Livano Comenencia, este foi totalmente ofuscado por uma equipa alemã no auge da sua forma.
Tal como descrito em pormenor no relatório oficial do torneio da FIFA, este jogo marcou também um momento histórico para Manuel Neuer, que, aos 40 anos e 79 dias, se tornou o jogador mais velho de sempre a representar a Alemanha num grande torneio, batendo assim o recorde detido há muitos anos por Lothar Matthäus.
Países Baixos contra o Japão
No que foi, sem dúvida, o jogo mais emocionante da primeira fase, a Holanda e o Japão empataram a 2-2 num encontro emocionante disputado em Dallas.
O jogo apresentou um contraste fascinante entre os estilos de jogo: por um lado, o jogo de passes paciente e tecnicamente refinado dos holandeses; por outro, as transições rápidas e a pressão alta dos japoneses. As duas equipas alternaram na liderança ao longo de todo o encontro, e este empate acabou por ser um resultado justo para este magnífico jogo.
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Costa do Marfim contra o Equador
A Costa do Marfim conquistou uma vitória decisiva por 1-0 contra o Equador, em Filadélfia, num jogo muito disputado e muito físico. As duas equipas travaram duelos muito acirrados, o que impediu qualquer ritmo fluido no ataque a partir do meio-campo. A seleção da Costa do Marfim abriu o marcador na primeira parte e conseguiu resistir à intensa pressão dos equatorianos nos últimos minutos do jogo para manter a vantagem.
Suécia contra a Tunísia
A Suécia teve uma exibição impressionante em Monterrey e, após uma primeira parte muito equilibrada, venceu a Tunísia por 5-1. Os tunisinos conseguiram aguentar-se durante a primeira parte, mas, após o intervalo, foram completamente dominados pela superioridade física dos suecos e pela precisão dos seus cruzamentos.
Os europeus aproveitaram impiedosamente o cansaço da defesa e marcaram quatro golos na segunda parte, sem sofrerem nenhum.
Espanha contra Cabo Verde
A Espanha teve um início de torneio frustrante e teve de se contentar, em Atlanta, com um surpreendente empate a 0-0 frente a uma combativa seleção de Cabo Verde. Como era de esperar, os espanhóis dominaram a posse de bola e fizeram centenas de passes, mas faltou-lhes a força necessária para romper a heróica defesa adversária.
De acordo com uma reportagem comovente da Associated Press, o guarda-redes cabo-verdiano Vozinha, de 40 anos, teve uma exibição lendária e neutralizou as oportunidades da Espanha graças a sete defesas espetaculares.
O experiente guarda-redes desatou a chorar logo após o apito final e explicou depois que a sua mãe não tinha podido assistir ao jogo devido às rigorosas regras dos Estados Unidos em matéria de vistos, nomeadamente no que diz respeito à garantia financeira.
Nem mesmo uma exibição enérgica de 20 minutos do jovem prodígio espanhol Lamine Yamal foi suficiente para furar a defesa compacta e lendária da seleção africana.
Bélgica – Egito
A Bélgica e o Egito empataram 1-1 em Seattle, num jogo marcado por um intenso duelo tático no meio-campo.
A Bélgica ditou o ritmo do jogo graças aos seus médios experientes, mas a defesa compacta do Egito impediu a criação de oportunidades de golo claras. Na sequência de um contra-ataque brilhante, o Egito abriu o marcador, após o que a Bélgica teve de lutar com unhas e dentes para empatar e dividir os pontos.
Arábia Saudita contra o Uruguai
A Arábia Saudita voltou a apresentar uma exibição impressionante no Mundial e conseguiu um empate 1-1 em Miami frente ao Uruguai, uma das melhores seleções da América do Sul.
O Uruguai contava com um ataque impressionante, mas teve dificuldades em encontrar brechas na defesa saudita, muito disciplinada e cheia de energia, que foi ganhando confiança à medida que o jogo avançava.
O Irão contra a Nova Zelândia
Num jogo emocionante disputado no SoFi Stadium, em Los Angeles, o Irão e a Nova Zelândia empataram a 2-2, no final de um encontro muito disputado. A Nova Zelândia surpreendeu muita gente com o seu estilo de jogo agressivo e direto, e lançou-se de cabeça contra o gigante asiático. Graças à sua qualidade técnica, o Irão conseguiu recuperar no jogo, proporcionando assim um espetáculo repleto de oportunidades para ambas as equipas.
No entanto, os acontecimentos que se seguiram ao jogo rapidamente ofuscaram o que se tinha passado em campo, pois, segundo uma reportagem da CBS News, o treinador Amir Ghalenoei anunciou que, apenas algumas horas após o apito final, a sua equipa tinha recebido ordens para deixar os Estados Unidos e regressar imediatamente ao seu campo de treino no México.
Ghalenoei condenou com a maior firmeza esta decisão logística tomada de forma inesperada, explicando que ela tinha privado os seus jogadores de um período de descanso importante e classificando a sua equipa como «a mais prejudicada do Mundial».
França contra o Senegal
A França, favorita ao título mundial, evitou a catástrofe na primeira jornada ao vencer uma combativa seleção senegalesa por 3-1, em Nova Jérsia. A seleção africana aproveitou um erro defensivo no início do jogo para surpreender os franceses, mas «Les Bleus» reagiram como campeões.
Segundo a Sky Sports, o capitão Kylian Mbappé marcou dois golos magníficos na segunda parte, levando assim a sua equipa à vitória. Este bis marcou um ponto de viragem importante na carreira do avançado do Real Madrid que, com 58 golos pela seleção, ultrapassou oficialmente Olivier Giroud na classificação dos melhores marcadores da história da França.
A Noruega contra o Iraque
A Noruega teve um início de sonho nas eliminatórias para o Mundial e venceu com facilidade o Iraque em Boston, por 4-1.
O jogo foi totalmente dominado pela linha de ataque norueguesa, de nível mundial, que se revelou demasiado forte fisicamente e demasiado precisa para os defesas iraquianos.
O avançado Erling Haaland teve uma estreia de sonho no torneio, marcando dois golos magníficos, demonstrando assim claramente que a Noruega pretende ser um adversário a levar muito a sério na fase de eliminatórias.
Argentina contra Argélia
A Argentina estreou-se no torneio com uma vitória esmagadora por 3-0 contra a Argélia, em Kansas City. As lendas de hoje mostraram-se em plena forma logo desde o primeiro minuto, jogaram com fluidez e dominaram totalmente o jogo.
Segundo a Al Jazeera, a noite foi inteiramente dedicada a Lionel Messi, que comemorou o seu 200.º jogo pela seleção nacional com um espetacular hat-trick.
Ele alcançou este marco histórico exatamente 20 anos após a sua estreia no Mundial de 2006, o que lhe permite agora igualar o alemão Miroslav Klose: ambos marcaram 16 golos no Mundial.
Áustria contra a Jordânia
A primeira ronda terminou com um jogo repleto de emoções em São Francisco, onde a Áustria acabou por vencer por 3-1, no final de um encontro muito disputado, frente a uma tenaz seleção jordaniana.
A Áustria assumiu rapidamente a vantagem, mas a Jordânia empatou no início da segunda parte graças a um golo de grande requinte técnico do seu craque Mousa Al-Tamari, provocando uma explosão de alegria nas bancadas. Os estreantes na competição pareciam perfeitamente capazes de manter este resultado histórico até ao fim, até que uma verdadeira tragédia ocorreu nos últimos minutos.
Tal como descrito na análise posterior da ESPN, aos 88 minutos, um cruel autogolo, na sequência de uma tentativa desesperada de afastamento da defesa, partiu o coração dos jordanianos, antes de um penálti controverso nos descontos ter vindo ainda a amenizar o resultado final a favor dos europeus. Apesar desta eliminação dolorosa, os jogadores jordanianos saíram do campo sob aplausos estrondosos e uma ovação de pé do público americano neutro.
Inglaterra contra Croácia
A seleção de Inglaterra, treinada por Thomas Tuchel, estreou-se no Dallas Stadium com uma vitória caótica, mas que acabou por ser triunfante, por 4-2, frente à Croácia. O jogo aqueceu logo no início, quando a nova contratação Noni Madueke provocou uma falta de Luka Modrić na área de grande penalidade.
Dominik Livaković defendeu o primeiro penálti de Harry Kane, mas como o guarda-redes croata tinha saído da linha e Joško Gvardiol tinha entrado na área, o penálti teve de ser repetido. Na sua segunda tentativa, Kane não deixou margem para dúvidas e mandou a bola para o mesmo canto, abrindo o marcador (1-0).
A Croácia reagiu quando Petar Sučić passou a bola a Martin Baturina, que, com um remate magnífico, bateu Jordan Pickford e mandou a bola para o fundo da baliza. Kane voltou a colocar a Inglaterra em vantagem pouco antes do intervalo, ao cabecear um canto marcado por Declan Rice. Com isso, igualou o recorde de Gary Lineker de 10 golos num Mundial e bateu o recorde histórico do torneio com cinco penáltis (sem contar com a série de penáltis).
A Croácia, no entanto, empatou pouco antes do intervalo, graças ao avançado Petar Musa, que joga em Dallas, e que mandou a bola para o fundo da baliza depois de Ivan Perišić ter aproveitado habilmente um passe longo de Mario Pašalić.O ponto de viragem do jogo foi marcado pelos ajustes táticos efetuados ao intervalo. De acordo com as estatísticas publicadas nos resumos oficiais da FIFA, a percentagem de sucesso da Inglaterra nos duelos ao solo passou de uns escassos 33 % numa primeira parte marcada pelo nervosismo para uns impressionantes 73 % na segunda parte.
Jude Bellingham, que jogava na posição de número 10, voltou a colocar a Inglaterra em vantagem aos 47 minutos, quando se infiltrou pela ala direita e bateu Livaković com um remate rasteiro que se enfiou na baliza. A exigência de Tuchel para manter uma intensidade elevada obrigou a Croácia a recuar profundamente para o seu próprio meio-campo e forçou o guarda-redes a efetuar uma série de defesas espetaculares, antes de o suplente Marcus Rashford selar definitivamente o destino do jogo aos 85 minutos.
Rashford converteu de forma magistral num golo um cruzamento preciso do seu colega de equipa Bukayo Saka, que também tinha entrado em campo como suplente, aproveitando assim uma reação deficiente da defesa perante os passes em profundidade, como lamentou mais tarde o selecionador croata, Zlatko Dalić. Assim, garantiu aos «Three Lions» três pontos importantes na liderança do Grupo L.
Portugal contra a República Democrática do Congo
Uma reviravolta inesperada no Grupo K obrigou a seleção portuguesa, repleta de estrelas, a contentar-se com um empate frustrante (1-1) frente a uma tenaz República Democrática do Congo. Os portugueses dominaram o jogo e a posse de bola desde o início, mas tiveram enormes dificuldades em furar o bloco defensivo congolês, extremamente disciplinado e fisicamente superior. Graças a um contra-ataque fulminante, a seleção africana passou inesperadamente para a frente no marcador e obrigou Portugal a uma reação desesperada nos últimos minutos para salvar, pelo menos, um ponto.
Tal como descrito em pormenor na análise do jogo publicada pelo Goal, as previsíveis rotações da seleção portuguesa no ataque isolaram os avançados perante uma defesa exemplar que jogava num bloco baixo.
Uzbequistão – Colômbia
A Colômbia estreou-se no torneio com uma vitória esmagadora por 3-1 frente a uma combativa seleção uzbeque. Os sul-americanos demonstraram desde o início o seu estilo de jogo característico e exploraram eficazmente as alas para desestabilizar a defesa uzbeque.
Embora os estreantes asiáticos tenham recuperado corajosamente e marcado um golo memorável na segunda parte, a eficácia da Colômbia na área revelou-se um obstáculo demasiado difícil de ultrapassar. Segundo a ESPN, graças a esta exibição convincente, marcada por uma grande flexibilidade ofensiva, a Colômbia impôs-se imediatamente como a grande favorita para vencer o Grupo K.
Gana contra o Panamá
O Gana conquistou uma vitória valiosa por 1-0 frente a uma equipa panamenha tenaz, assinalando assim um início promissor no Grupo L. O jogo foi marcado por intensos duelos físicos no meio-campo e por uma clara escassez de oportunidades de golo por parte de ambas as equipas.
As Black Stars acabaram por marcar o golo da vantagem a meio da segunda parte, graças a uma brilhante jogada individual, antes de repelirem com sucesso uma última onda de pressão dos panamenhos. Segundo o «The Athletic», a comissão técnica ganesa mostrou-se muito aliviada com a solidez defensiva que a equipa demonstrou nos últimos minutos agitados de um jogo que, aliás, foi muito disputado.



