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O Projeto de Ciclismo Recheado de Estrelas Está Mais Perto da Realidade

Imagine um mundo do ciclismo onde as maiores estrelas competem entre si em uma série de corridas completamente nova, criada…

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Imagine um mundo do ciclismo onde as maiores estrelas competem entre si em uma série de corridas completamente nova, criada do zero pelos gigantes do esporte.

Um lugar onde o dinheiro da TV vai diretamente para as equipes, as corridas são projetadas para os fãs – e os patrocinadores não têm mais o controle do poder.
Essa é a visão por trás do One Cycling.

E agora, o enorme projeto está mais perto da realidade do que nunca.

De acordo com vários meios de comunicação internacionais, o anúncio pode acontecer antes do início do Tour de France deste verão.

O projeto está em desenvolvimento há algum tempo e é liderado, entre outros, por Richard Plugge, chefe da equipe Visma | Lease a Bike.

Por trás dele estão algumas das maiores equipes do mundo, como INEOS Grenadiers, Soudal Quick-Step e Red Bull-BORA-Hansgrohe.

Um Novo Modelo para o Fluxo de Dinheiro no Ciclismo

O One Cycling pretende romper com o modelo antigo, onde as equipes são quase 100% dependentes da receita de patrocínios.

Em vez disso, eles planejam garantir pagamentos diretos para as equipes por meio de direitos de TV compartilhados e eventos.

Um investimento de até 300 milhões de euros do fundo saudita SURJ garantirá o primeiro ano do projeto.

O objetivo é que o projeto seja autossustentável até 2029 – principalmente através da venda de ingressos, merchandising e eventos com atividades para os fãs.

Novas Corridas e Grandes Nomes

O plano inclui a cooperação com corridas clássicas como o Tour de Flandres e o Tour da Suíça, além de possíveis novas corridas na Arábia Saudita, Ásia e América do Norte.

As equipes se comprometem a enviar seus melhores ciclistas, e isso deve dar ao One Cycling o peso esportivo que precisa.

O projeto está tentando encontrar seu lugar dentro da estrutura da UCI, e a federação se mostrou aberta – desde que as regras e a estrutura sejam respeitadas.

Mas a grande questão permanece: A.S.O., a organização por trás do Tour de France, vai participar?

Se não, pode ser difícil mudar o poder em um esporte onde o Tour é o rei de todos.

Fonte: TV2.dk

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