Depois de ver Alcaraz afastar Tommy Paul em três sets diretos para chegar aos quartos de final em Nova Iorque, Navratilova recorreu a uma palavra que uma jogadora com 18 títulos de singulares do Grand Slam não usa de ânimo leve.
«É uma loucura», afirmou Navratilova. «Eu só ganhei o meu primeiro aos 21 anos, e ele já vai em seis aos 22.»
A vitória por 6-4, 6-3, 6-4 sobre Paul, cabeça de série número 20, foi suficientemente clínica para que o espanhol de 22 anos ainda não tenha perdido um set no torneio. Ficou marcado um quarto de final frente ao norte-americano Ben Shelton, cabeça de série número 8, avançou o Yahoo Sports.
De regresso após quatro meses e meio de paragem
Aquilo a que Navratilova continua a voltar contrasta com uma paragem que travaria a maioria dos jogadores. Alcaraz chegou a Flushing Meadows depois de cerca de quatro meses e meio afastado do circuito devido a uma lesão no pulso, segundo a ABC, e o torneio tem sido, na prática, o seu regresso ao ténis de competição.
Leia também: Visual de Osaka no US Open divide opiniões: «Parece um casaco acolchoado de retalhos»
O veredicto do próprio sobre a sua exibição frente a Paul foi mais contido do que o de Navratilova.
«Acho que me limitei a jogar o meu jogo. Tentei jogar no meu estilo», disse Alcaraz aos jornalistas.
O que significaria uma defesa bem-sucedida
Alcaraz defende o título do US Open que conquistou em Nova Iorque no ano passado. A Sky Sports assinala que mantê-lo faria dele o único homem na Era Open a defender com sucesso títulos do Grand Slam nas três superfícies.
Shelton é o obstáculo em Flushing Meadows.
Leia também: Seattle Seahawks vendidos por um recorde de US$ 9,612 bilhões para grupo liderado por Vinod Khosla
Leia também: Toto Wolff elogia Kimi Antonelli, "agente de IA", após aula magistral no Grande Prémio de Itália



