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A folha salarial do Manchester City para 2026-27 revela os novos maiores salários e saídas significativas

A folha salarial do Manchester City para 2026-27 destaca Haaland como o mais bem pago, novos talentos e saídas estratégicas sob Enzo Maresca.

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O elenco do Manchester City para a temporada 2026-27 demonstra um compromisso contínuo com talentos de alto calibre, refletido em uma das folhas salariais semanais mais substanciais da Premier League. Enquanto Enzo Maresca busca construir sobre as fundações estabelecidas por Pep Guardiola, o clube testemunhou movimentos significativos de jogadores, incluindo contratos recordes e saídas notáveis que remodelam o cenário financeiro no Etihad. Erling Haaland permanece como o jogador mais bem pago do clube e da liga, após um novo e lucrativo acordo, de acordo com a GIVEMESPORT.

Haaland lidera um ataque repleto de estrelas

O atacante norueguês, Erling Haaland, consolidou seu status como o jogador mais bem pago da Premier League após assinar um novo contrato de nove anos e meio em janeiro de 2025, estendendo sua permanência até 2034. Seu salário semanal é de impressionantes £525.000. Logo atrás estão outras figuras-chave do ataque que recebem salários significativos:

  • Jack Grealish: £300.000 por semana, retornando ao City após passar a temporada 2025-26 emprestado ao Everton.
  • Omar Marmoush: £295.000 por semana, que chegou do Eintracht Frankfurt em janeiro de 2025, embora uma mudança para o Tottenham esteja supostamente próxima.
  • Phil Foden: £280.000 por semana, após um novo acordo em julho de 2026, apesar de uma campanha anterior desafiadora. Isso representa um aumento em relação ao seu salário semanal anterior de £225.000.

Rayan Cherki, contratado em junho de 2025, também figura entre os maiores salários com £180.000 por semana, tornando-o o décimo jogador mais bem pago do clube. Jeremy Doku, que fez 47 aparições e marcou oito gols na temporada 2025-26, viu seu salário aumentar em £100.000 para £150.000 por semana após assinar um novo acordo em agosto de 2026.

Reorganização do meio-campo e defesa sob Maresca

A temporada 2026-27 marca uma mudança significativa no meio-campo do City, mais notavelmente com a saída de Rodri, o vencedor da Bola de Ouro de 2024, cujo salário de £220.000 por semana não está mais na folha após sua mudança para o Barcelona. Tijjani Reijnders, que anteriormente ganhava £230.000 por semana, também partiu para o Al-Qadsiah.

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Para reforçar o elenco, o City investiu pesadamente em novos talentos e garantiu jogadores existentes com novos termos:

  • Elliot Anderson: Chegou em julho de 2026 vindo do Nottingham Forest por £116 milhões, assinando um contrato de seis anos no valor de £250.000 por semana.
  • Gianluigi Donnarumma: O goleiro titular, contratado do Paris Saint-Germain em setembro de 2025, ganha £265.000 por semana. Sua chegada seguiu a transferência de James Trafford para o Leeds United.
  • Josko Gvardiol: Assinou um novo contrato de longo prazo em julho de 2026, garantindo £250.000 por semana por sua versatilidade como zagueiro central ou lateral-esquerdo.
  • Marc Guehi: Chegou do Crystal Palace em janeiro de 2026, ganhando £250.000 por semana.

Entre os jovens talentos promissores, Ayyoub Bouaddi, de 18 anos, foi adquirido do Lille por £86 milhões. Seu salário base inicial é de £35.000 por semana, com aumentos automáticos esperados em seu segundo e terceiro anos com base nas aparições na equipe principal, conforme relatado por SalaryLeaks. O internacional argentino Geronimo Rulli foi contratado como goleiro reserva do Marseille em agosto de 2026. Outras figuras defensivas importantes incluem Ruben Dias (£250.000 por semana) e o internacional inglês Nico O’Reilly (£30.000 por semana).

A estrutura salarial do Manchester City para a temporada 2026-27 reflete uma combinação estratégica de retenção de talentos de classe mundial, realização de novos investimentos significativos e adaptação a saídas importantes. O investimento financeiro ressalta a ambição do clube sob Enzo Maresca, visando manter sua vantagem competitiva na Inglaterra e na Europa. O foco tanto em estrelas estabelecidas quanto em jovens jogadores promissores indica uma visão clara para o futuro, mesmo com algumas figuras de longa data como Issa Kabore, que nunca jogou pelo clube em seis anos, permanecendo na folha de pagamento.

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