Chelsea, City and Liverpool all smashed £100m: the Premier League's £2bn window graded

Chelsea, City e Liverpool ultrapassaram todos a barreira dos 100 milhões de libras

Três recordes britânicos, uma contratação de destaque de 106 milhões de libras no último dia em Anfield e uma reconstrução do Chelsea que ultrapassou os 340 milhões redesenharam a luta…

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O mercado de transferências de verão fechou na terça-feira e a fatura coletiva da Premier League voltou a ultrapassar os 2 mil milhões de libras, com a Al Jazeera a avançar um total de mais de 2,7 mil milhões de dólares. O Chelsea liderou os gastos com cerca de 347 milhões de libras, seguido pelo Tottenham com 306 milhões e pelo Manchester City com 236 milhões.

O maior negócio individual de todo o verão europeu chegou a Anfield nos dias que antecederam o fecho da janela de transferências, quando o Liverpool anunciou Bradley Barcola, proveniente do Paris Saint-Germain, com um contrato de cinco anos num negócio no valor de cerca de 106 milhões de libras à cabeça, podendo subir com bónus.

Três recordes britânicos de transferência caíram ao longo do verão. A contratação de Morgan Rogers pelo Chelsea por 117 milhões de libras, a de Elliot Anderson pelo Manchester City por 116 milhões e o negócio do Tottenham com Sandro Tonali por 100 milhões redefiniram, cada um deles, o teto de um valor pago na Premier League.

Chelsea: A-

O Chelsea gastou mais do que qualquer outro clube da Premier League. A figura central é Rogers, contratado ao Aston Villa por 117 milhões de libras com um contrato de sete anos, um valor que fez do avançado inglês o jogador britânico mais caro da história do futebol na altura do negócio.

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A preocupação é que o plantel continua sobrecarregado no meio-campo ofensivo e curto em opções específicas na defesa. Ainda assim, em pura qualidade, esta é a melhor operação de toda a liga.

Manchester City: B+

O City abriu o mercado com Anderson, proveniente do Nottingham Forest, num negócio de 116 milhões de libras que fez do médio, por breves momentos, o jogador britânico mais caro da história.

Rogers ultrapassou-o mais tarde no verão. O City passou depois o último dia do mercado a perseguir Cody Gakpo, mas o Liverpool recusou uma proposta de 85 milhões de libras.

Perder essa corrida deixa o City curto de alternativas para as alas numa temporada longa em quatro frentes.

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Liverpool: A-

Barcola chega proveniente do Paris Saint-Germain e integra um ataque que também investiu forte no início do mercado. O Liverpool depois manteve-se firme em relação a Gakpo, apesar do interesse do City. O capitão Virgil van Dijk tinha apelado publicamente ao clube para que não o vendesse.

«É um jogador de qualidade. Acho que devemos manter os jogadores de qualidade… Quero que fique não só por ser um jogador de qualidade, mas também porque é meu amigo», disse van Dijk.

Arsenal: B

Os campeões reforçaram o meio-campo em vez de contratarem um goleador de destaque. Bruno Guimarães chegou proveniente do Newcastle por 75 milhões de libras, dando a Mikel Arteta um internacional brasileiro para juntar às opções que já tinha no meio-campo.

A grande questão é Julián Álvarez. O Arsenal manteve conversações com o Atlético de Madrid pelo argentino e o mercado da La Liga continua aberto para além do da Premier League. Se Álvarez não sair, Arteta defenderá o título essencialmente com o mesmo ataque que o conquistou.

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Tottenham: B-

Os Spurs contrataram Tonali ao Newcastle por 100 milhões de libras, recorde do clube. O gasto bruto subiu assim para cerca de 306 milhões num plantel que terminou a meio da tabela na época passada. O teto foi claramente elevado, mas também a pressão dentro do clube.

Manchester United: C+

A reconstrução do meio-campo do United é coerente e defensivamente sólida, mas falta um avançado de destaque para responder ao Rogers do Chelsea ou ao Barcola do Liverpool.

O mercado da La Liga fecha ao final da noite de terça-feira, o que significa que o futuro de Álvarez, e quaisquer saídas tardias da Premier League para Espanha, serão a última peça de dominó a cair.

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