O antigo selecionador da Índia tinha ido ao centro do relvado para o sorteio da moeda no encontro de The Hundred entre Birmingham Phoenix e Welsh Fire. Saiu com um boné e uma bola autografados na mão.
«O autógrafo é para a minha filha», disse Shastri à Sky Sports. «Não me teria deixado entrar em casa se não o tivesse trazido.»
Bellingham, o médio do Real Madrid, esteve em Edgbaston num papel que assumiu apenas em abril: uma participação de 1,2 por cento na franquia de Birmingham, comprada em partes iguais ao Warwickshire County Cricket Club e ao acionista maioritário Knighthead Capital Management por um valor apontado como estando na ordem de um milhão de libras.
Entrou em campo com o capitão dos Phoenix, Donovan Ferreira, e o capitão dos Welsh Fire, Phil Salt, antes de lançar a moeda ao ar, tendo chegado ao estádio nesse dia acompanhado pelos pais, Mark e Denise, e passado algum tempo no relvado a assinar autógrafos para os adeptos.
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Shastri escreveu depois no X: «Foi ótimo ter connosco o galáctico de Birmingham para o sorteio de The Hundred. Que jogador. Que Mundial. É pura classe. Boa sorte para a época!»
O jogo em si acabou por sorrir aos visitantes. Os Welsh Fire alcançaram os 137 em 96 bolas e venceram por sete wickets, tirando algum brilho à primeira aparição de Bellingham como proprietário num encontro masculino dos Birmingham Phoenix.
Aleka Shastri, segundo o próprio pai, foi quem garantiu que ele voltou a casa com o boné autografado.
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