A campanha de Portugal no Mundial foi atingida por uma tragédia pessoal, com o treinador adjunto Ricardo Carvalho a deixar a base da equipa na Flórida após o falecimento do seu pai, Manuel Ribeiro de Carvalho, aos 69 anos. A notícia surgiu poucos dias antes do crucial jogo dos oitavos de final da equipa contra a Croácia.
Numa demonstração de solidariedade, todo o plantel de Portugal prestou uma homenagem no seu estágio na América do Norte para apoiar o seu estimado treinador. A Federação Portuguesa de Futebol (FPF) também divulgou uma mensagem oficial, expressando as suas condolências. “Estamos contigo. Força, Ricardo Carvalho. A Federação Portuguesa de Futebol expressa as suas mais sentidas condolências pelo falecimento de Manuel Ribeiro de Carvalho, pai de Ricardo Carvalho, treinador adjunto da Seleção Nacional, aos 69 anos”, afirmou a FPF, conforme noticiado pelo Goal.com.
A carreira distinta e o impacto de Carvalho
Ricardo Carvalho, de 48 anos, tem sido uma parte integrante da equipa técnica de Roberto Martínez desde 2023, trazendo uma vasta experiência da sua ilustre carreira de jogador. Um lendário ex-defesa de Portugal, Carvalho somou 89 internacionalizações pelo seu país e foi um membro fundamental da equipa vencedora do Euro 2016. A sua carreira de clube incluiu uma passagem anterior como treinador no Marselha, solidificando ainda mais as suas credenciais no desporto. A sua ausência será, sem dúvida, sentida pelo plantel, incluindo o capitão Cristiano Ronaldo, um antigo colega de equipa na seleção.
Portugal enfrenta o desafio da Croácia em Toronto
O golpe emocional surge enquanto Portugal se prepara para um desafiante jogo da fase a eliminar. A equipa terminou em segundo lugar no seu grupo do Mundial com cinco pontos e está pronta para defrontar a Croácia em Toronto. A equipa de Martínez entra no confronto com uma impressionante série de oito jogos sem perder em todas as competições, uma sequência que inclui um recente empate 0-0 contra a Colômbia. No entanto, a Croácia apresenta um adversário formidável, tendo marcado em todos os jogos do Mundial este verão, destacando a sua ameaça ofensiva. Portugal terá agora de gerir este encontro crítico sem um dos seus pilares fundamentais da equipa técnica.
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