Djokovic, de 39 anos, está de regresso ao Swiss Indoors com um wild card, a duas semanas das Nitto ATP Finals e no 11.º lugar da corrida a Turim, a 90 pontos do 10.º classificado Alex de Minaur, segundo a antevisão da ATP. Um título aqui seria o 103.º do seu circuito, igualando o total de carreira de Federer. O suíço conquistou o seu 103.º e último título precisamente nesta prova em 2019.
Questionado sobre como a sua relação com Federer evoluiu ao longo dos anos, Djokovic não recorreu ao sentimentalismo.
“Nunca tivemos qualquer tipo de relação fora do court. Foi mesmo sempre: rivais. E é isso que é, mesmo”, afirmou na conferência de imprensa, segundo o tennis365.
Djokovic elogia Federer enquanto jogador
Djokovic separou a ausência de amizade da sua visão sobre Federer enquanto campeão, ligando os comentários à entrada do suíço no Hall of Fame, no verão passado em Newport.
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“Sempre tive um respeito incrível por Roger, e continuo a ter. Dou-lhe também os parabéns pelo Hall of Fame. Se há alguém que o merece, é ele”, acrescentou Djokovic, na mesma resposta reproduzida pelo tennis365.
Reconheceu-lhe ainda o mérito de ter aberto caminho à geração mais nova de jogadores.
Federer foi introduzido no International Tennis Hall of Fame na categoria de jogador a 29 de agosto, conforme confirmou o Hall of Fame no anúncio da classe de 2026.
Um historial de 50 jogos
Os dois defrontaram-se 50 vezes entre 2006 e 2020, uma das rivalidades mais disputadas da era Open. Djokovic terminou à frente, com 27-23 no cômputo geral, 13-6 em finais e 11-6 nos Grand Slams, segundo a contabilidade da própria ATP para esta série. O último encontro foi a meia-final do Open da Austrália de 2020, que Djokovic venceu.
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Federer e Rafael Nadal pintaram um retrato muito diferente da ligação entre ambos, construída em exibições de caridade, tributos mútuos e naquela imagem de mãos dadas no banco durante a despedida de Federer na Laver Cup de 2022, onde Djokovic também integrava a Team Europe.
A frase das margaritas na praia de Djokovic
Djokovic já tinha dito que espera um dia sentar-se com os dois. Em Wimbledon, afirmou que a sua reflexão completa chegaria “provavelmente quando puser a raqueta de parte e beber uma margarita na praia com Federer e Nadal e olhar para a nossa rivalidade e para tudo o resto”, em declarações reproduzidas pela AOL.
Djokovic estreia-se em Basileia ainda esta semana.
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