O Barcelona não perdeu um único jogo esta temporada antes da deslocação a Paris, com uma série recorde de invencibilidade do clube que bateu uma marca centenária após a goleada ao Feyenoord na primeira jornada.
É esse o registo que viaja até à capital francesa. A 20 de outubro, defronta uma equipa com duas coroas europeias consecutivas: o PSG ergueu a Liga dos Campeões em 2025 frente ao Inter e novamente em 2026 frente ao Arsenal, e o clube prolongou o contrato de Luis Enrique até 2030 no rescaldo.
A partida da terceira jornada tem apito inicial agendado para as 21h00 locais no Parc des Princes.
Uma pressão que vive na linha do meio-campo
Hansi Flick chegou à Catalunha com fama de um 4-2-3-1 vertical e agressivo e de uma defesa que sobe até à linha do meio-campo. As recuperações do Barcelona em posições avançadas praticamente duplicaram sob o seu comando, com uma média de seis por jogo.
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O próprio Flick deixou claro que a linha alta só funciona por causa do que está à sua frente: a pressão.
A versão do PSG da mesma ideia
Luis Enrique reconstruiu o Paris num formato que, visto de certos ângulos, parece um espelho do modelo de Flick: posse agressiva, contra-pressão, movimento vertical rápido quando há transição. O PSG da era dos galácticos desapareceu, dando lugar a uma equipa construída em torno de um estilo de jogo coletivo e de jovens talentos.
O PSG convida à pressão porque a transição que esta abre é a fase em que mais se destaca.
Yamal e o número que Flick continua a repetir
Lamine Yamal joga na direita do tridente ofensivo de Flick. A opinião de Flick sobre o jovem de 19 anos, expressa na conferência de imprensa pré-Galatasaray em Istambul, não se abrandou.
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«Será o melhor jogador do mundo, se já não o é. Com a sua atitude, a sua mentalidade, a sua vontade de melhorar todos os dias… Essa é a mentalidade certa», declarou aos jornalistas.
No mesmo encontro há 12 meses, no Montjuïc, casa do Barcelona, o PSG venceu por 2-1, com Gonçalo Ramos a decidir aos 90 minutos.
Luis Enrique em casa contra o seu antigo clube
Luis Enrique passou a maior parte da sua carreira de jogador no Barcelona e conquistou o triplete em 2014-15 como treinador do clube. No seu regresso ao Montjuïc há um ano, chamou-lhe «a minha casa». Desta vez, é o Barcelona que vai à dele.
O Paris tem as suas próprias dúvidas de ordem médica. Ousmane Dembélé e Nuno Mendes receberam um período de descanso alargado após a janela FIFA e só agora regressam aos treinos. Désiré Doué continua em processo de recuperação. O clube descreveu a decisão sobre Dembélé em termos diretos, com a equipa técnica a afirmar que precisa de recuperar e chegar fresco aos grandes jogos.
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O Barcelona chega ao Parc des Princes para a partida da terceira jornada a 20 de outubro, com apito inicial agendado para as 21h00 locais.
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